Palavreando Auroras

| sábado, 23 de abril de 2011

Firmo o olhar no verde do pampa, estradeando a calmaria da manhã, palavreio os horizontes que vivi, buscando na lonjura da infância, a lembrança que moldou todo o meu sentir.

Sou filho das manhãs de garoa que turvam como as lágrimas um olhar, sou amigo das tardes de minuano onde descansam as almas a singrar, sou servo e amante da noite que além de um rebanho de estrelas, me presenteia com as magias do luar...

#Divagando
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4 comentários:

{ Du } at: 23 de abril de 2011 20:46 disse...

Tu escreves de um jeito tão bonito falando de coisas simples, sempre me emociona... Sabe, sempre fiquei em dúvida nas minhas viagens se eu gostava mais de assistir o amanhecer ou o anoitecer. O crepúsculo tem seu encanto, mas acho que ver as folhas verdes cobertas pelo orvalho ao amanhecer tem uma magia que a noite não tem. Gotas de orvalho. São a vida das folhas. O amanhecer é lindo, principalmente na beira do mar. O anoitecer foi feito para amar. E eu já não tô falando coisa com coisa, melhor parar. rsrs

{ Isidro } at: 23 de abril de 2011 21:33 disse...

A simplicidade brota da alma, os versos brotam da fala e o sentimento, do coração...
A beleza do viver se dá em cada pequeno milagre e estes, acontecem todo o tempo, numa semente que morre, numa rosa que nasce, numa pétala que sorri ao beija-flor, no bate-asas de uma borboleta, na perfeição de um arco-íris e na singela e perfeita beleza das minúsculas asas de uma joaninha que pousa nas mão delicadas que a esperam...

{ Du } at: 23 de abril de 2011 21:49 disse...

Tô dizendo... é só procurar uma imagem e tens um novo post já pronto. Baita poeta, beijo baita!

{ Dan Porto } at: 26 de abril de 2011 21:53 disse...

Opa
Encontrei um poeta com ares de pampeano. Gosto do estilo. Volto!

 

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