Ausência e vida...

| sexta-feira, 8 de julho de 2011

O tempo, senhor de muitos e servo de um, mostra que a morte é a ausência da vida, ausência presente, sentida, sem sentido, silenciosa, como o sopro suave do vento nas brumas da alma, pelo sopro de amor recebemos a vida, como um sopro ela se vai, restam lembranças, chegadas, partidas e um coração cheio de amor esperando no cais...
Isidro

1 comentários:

{ Du } at: 10 de julho de 2011 19:17 disse...

Se tem uma coisa com a qual ainda não consigo me conformar, é com a morte... A senhora do tempo.

Beijos, poet'amigo!

 

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